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Com infraestrutura completa e sustentável, o condomínio reúne escritórios flexíveis e galpões logísticos para atender às demandas das empresas.

O parque é um dos empreendimentos da Bresco, empresa especialista em locação de galpões e escritórios, com atuação em todo o Brasil (Bresco/Divulgação)

Tendência do segmento de real estate nos Estados Unidos e na Europa, os condomínios de uso misto visam trazer espaços eficientes, funcionais e que proporcionem qualidade de vida e conveniência em um único local. Uma das referências desse segmento no Brasil é o moderno Parque Corporativo Bresco Viracopos, idealizado para atender a demandas logísticas, administrativas e centros de treinamento, comerciais, industriais e de tecnologia.

Localizado em Campinas (SP), ao lado do aeroporto de Viracopos e com acesso direto à Rodovia Santos Dumont, o empreendimento tem aproximadamente 1 milhão de metros quadrados de terreno e 418 000 metros quadrados de área total a ser construída, dos quais um terço já está em operação por clientes como John Deere, Azul Linhas Aéreas, Embraer Savis, UPS, GolLog e Benteler.

Composto por imóveis prontos para locação bem como áreas para construção sob medida (built to suit) de acordo com as necessidades dos novos clientes, o Bresco Viracopos possui infraestrutura completa, que inclui: Hotel Ramada com 200 quartos, parque linear com 247 000 metros quadrados de área verde preservada para prática de exercícios, centro de conveniência com serviços de academia e restaurante,  segurança 24 horas, tratamento de efluentes, fibra ótica, rede de energia e água.

É um empreendimento único no Brasil e se diferencia, sobretudo, pelo viés sustentável, pela preocupação com o bem-estar dos usuários e, principalmente, pela qualidade e eficiência da infraestrutura e dos seus edifícios. Para conhecer esse modelo inovador, visitamos o parque e conversamos com representantes da Bresco e de algumas das empresas instaladas no local.

Em 2018, os empréstimos do Bradesco para o setor totalizaram R$ 15,1 bilhões. Em 2017, o banco desembolsou apenas R$ 7,8 bilhões

São Paulo – Os bancos privados assumiram as rédeas do crédito imobiliário, considerando apenas as linhas de financiamentos com recursos originados nas cadernetas de poupança, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira, 30, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Em 2018, o Bradesco liderou a concessão de financiamentos para a compra e a construção de moradias no Brasil, com empréstimos que totalizaram R$ 15,1 bilhões, Já em 2017, o banco fechou o ano na terceira posição, com R$ desembolsos de R$ 7,8 bilhões.

A Caixa Econômica Federal – conhecida por ser o banco da habitação – ficou em segundo lugar em 2018, atingindo R$ 13,2 bilhões em financiamentos. No ano anterior, a estatal liderou o ranking, com R$ 16,4 bilhões em empréstimos nessa categoria.

O Itaú Unibanco chegou em terceiro lugar em 2018, com R$ 12,1 bilhões. No ano anterior, ficou em segundo lugar, com R$ 8,5 bilhões. O Santander Brasil se manteve na quarta colocação, com R$ 10,2 bilhões, ante R$ 6,2 bilhões. E o Banco do Brasil também manteve sua quinta colocação no ranking, com R$ 5,1 bilhões, ante R$ 2,7 bilhões.

Para 2019, a dinâmica do mercado não deve passar por mudanças significativas, estimou o presidente da Abecip, Gilberto Duarte. Ele lembrou que nos últimos anos, os bancos públicos, especialmente a Caixa, passaram a focar no mercado imobiliário destinado às pessoas de média e baixa renda. Este setor é enquadrado no Minha Casa, Minha Vida e conta com crédito subsidiado por recursos do FGTS, que não são operados pelos bancos privados. “O mercado deve continuar assim”, previu.

Duarte ressaltou que, nas linhas com recursos da poupança, os bancos públicos já vêm operando dentro das condições de mercado, sem incentivos artificiais, há cerca de três a quatro anos. “Os bancos públicos não precisam de subsídio para competir. Eles têm capacidade e competência para isso”, avaliou.

Nesse sentido, ele disse considerar “normal” e “nada estranho” o discurso recente do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, de que a estatal vai praticar juros de mercado. “Na verdade, a prática já era essa. E ela tem condições de competir assim”, acrescentou.

Vale a pena colocar os imóveis em nome de uma pessoa jurídica?

Os brasileiros têm forte atração por imóveis. Muitos os acumulam, comprados ou herdados, com pouca clareza em relação aos custos e aos impostos necessários para manter esse patrimônio imobiliário.

José acaba de herdar imóveis. Alguns permanecerão alugados, e outros ele pretende vender. José ouviu dizer que o melhor a fazer é transferir os imóveis para uma pessoa jurídica, pois a tributação é mais baixa. Hum, será que é simples assim?

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